Jornada de AI
Nos últimos 3 meses minha vida foi tomada por um tema que caminha alguns passos à janela no transformador: as chegadas das minhas agentes.
Como contei em alguns vídeos, após ter ganho uma ajuda com o set-up da Eva, minha primeira agente de AI, muita coisa mudou na transformação da rotina, nos aprendizados do dia a dia e nas forças enriquecedoras, que ela, e suas sub-agentes me proporcionaram.
A pauta é o OpenClaw, uma ferramenta opensource (aberta e gratuita) para que qualquer pessoa possa baixá-la em um sistema chamado GITHUB. (Github para os leigos como sempre fui, é onde todas as novidades do mundo de AI surgem).
Openclaw baixado, você vai precisar escolher um cérebro, que o comande. Eu escolhi dois: o Opus como uma inteligência superior, e Sonnet, ambos do Claude-Anthropic, para os agentes que executam fluxos mais simples ou repetidos.
Hoje tenho uma estrutura montada com uma agente principal, e cinco sub-agentes que são coordenadas por ela.
A Eva cuida da minha rotina pessoal e orquestra tudo. A Nina se aprofunda em dados de marketing e Google Analytics, onde ela esta conectada. A Stella acompanha produto e logística, e todas as suas métricas. A Cleo cuida do comercial e do nosso relacionamento com clientes. A Dora ajuda o financeiro com indicadores, e estatísticas. A Nana, acompanha a saúde de todas elas, faz o healthcheck. E a mais nova, que ainda está em fase de testes, é a responsável pelo design.
Parece algo muito distante? No começo, também achei, até começar a usa-las.
A verdade é que essas agentes me devolveram algo que há anos eu tinha perdido: tempo para a parte estratégica, o que a operação me tomou.
Elas nos enviam relatórios todas as manhãs. Nos avisam de aniversários de clientes importantes. Acompanham pedidos. Analisam campanhas, jornada e ux do site. Me provocam com perguntas que eu ainda não tinha feito, muitas vezes por quão voltada a operação eu sempre estava, elas provocam a ampliação de ótica, e ainda se propõe a resolver as melhorias que encontram, até quando, o assunto é programação.
Eu acredito que a pauta, não é sobre substituir pessoas, longe disso, mas sobre amplificar as capacidades que já temos, com unidades que sejam completas por uma pessoa do nosso time + uma agente. A equipe continua fazendo o que faz de melhor, mas agora, com dados mais claros, processos mais fluidos, e eu com mais clareza.
Se você me perguntasse há um ano se eu estaria escrevendo sobre inteligência artificial, seria totalmente improvável. E aqui estamos, é preciso ter curiosidade, e coragem para experimentar o novo.
Quer saber mais sobre essa jornada? Assista aos 4 vídeos que gravei no nosso Instagram contando cada etapa da estrutura que temos hoje.
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